Vitrine da arte

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  • Porque as artes têm o poder de cura

    Dra. Nise da Silveira, importante psiquiatra brasileira, aluna de Carl Jung, desde 1944, utilizou as artes em seus pacientes, como terapia ocupacional e obteve resultados admiráveis no processo da cura.

    Paul McCartney, ex Beatle, afirmou que “a música é capaz de curar” pois era o que acontecia quando tocava o seu violão, durante suas visitas a hospitais.

    Betty Edwards, realizou estudos sobre o funcionamento do cérebro durante as atividades artísticas e comprovou a eficácia da utilização das artes como ferramentas pedagógicas e terapêuticas para a utilização dos dois lados do cérebro, promovendo o equilíbrio necessário para se conseguir mudanças benéficas no comportamento. Escreveu o seu livro “Desenhando com o lado direito do cérebro”.

    No campo da educação e do ensino é surpreendente a eficácia da utilização das artes desde o ensino básico até o treinamento de funcionários em empresas, para conseguir mudanças desejáveis no comportamento das pessoas. Há centenas de comprovações em todos os campos das ciências do comportamento humano.

    Dia 12 de Agosto é celebrado o Dia das Artes.

    Arte pode ser sinônimo de Beleza, da Beleza transcendente. A verdadeira essência da arte é a manifestação divina do Belo, pelo qual toda pessoa humana sente uma forte atração.

    Na História da Arte, a Igreja Católica é considerada a grande responsável pelo desenvolvimento artístico e cultural dos povos porque é a instituição que sempre valorizou intensamente as artes, prestigiou e estimulou os artistas. Utiliza as artes desde o início, até hoje, – pinturas, esculturas, música instrumental, canto coral, teatro, danças… – para evangelizar o povo sem cultura, analfabeto ou sem instrução, comunicando com excelência as verdades bíblicas, através das manifestações divinas do Belo, em todos os tipos de imagens com formas perfeitas e proporções harmônicas, no equilíbrio, na ordem, na simetria, na majestade, na imponência, na estética, na perfeição da natureza contidas em todos os tipos de expressões artísticas exibidas nas catedrais, igrejas, e locais de evangelização. Cientificamente está comprovado que o cérebro humano precisa de imagens para conseguir decodificar as mensagens com mais clareza e que apenas uma imagem tem enorme poder de comunicação não-verbal, equivalente a mil palavras. Imagine uma gravura com várias imagens… Na verdade as imagens artísticas comunicam muito mais e com mais perfeição, sem precisar de palavras.

    Praticar arte é uma atividade ao mesmo tempo, religiosa e científica. Religiosa porque promove a re-ligação da pessoa do “artista” com o Belo a partir das suas emoções, idéias e percepções… Científica porque desenvolve uma faculdade especial da mente humana regida pelo lado direito do cérebro. Então, inúmeras atividades podem ser consideradas Artísticas. – Arquitetura, artes cênicas, arte digital, artesanato, artes plásticas, artes visuais e design, cartazes, cinema, dança, desenhos, dramaturgia, escultura, grafiti, fotografia, literatura, música, canto, miniaturismo, pintura, poesia, teatro, etc…

    A percepção do Belo toca a nossa alma, o nosso interior, envolvendo aspectos espirituais, emotivos, sentimentais. Por isso o Belo num objeto, num ambiente e especialmente nas pessoas é extremamente atraente. Exerce uma força de atração benéfica que estimula e alimenta a suavidade, a nobreza, o encantamento e a cordialidade nos relacionamentos humanos. E, tem o poder de transformar a realidade das pessoas e também a realidade dos grupos sociais gerando um estado de calma, tranqüilidade, paz e equilíbrio essencial no processo de cura.

    O poder terapêutico das artes é percebido quando uma pessoa aprende a praticar diariamente uma atividade artística que permita a manifestação e o contato com o Belo através da beleza do objeto de arte.

    As infinitas manifestações divinas nas Artes podem ser percebidas mais intensamente quando o nosso interior está unido ao Belo, ao Bem, à Verdade, ao Grandioso. É nesse estado que conseguimos perceber… Tudo o que é autêntico e realmente agradável aos sentidos. Tudo o que é elevado na escala de valores morais, intelectuais e estéticos. Todos os méritos que transcendem o normal. Tudo o que é sublime e esplêndido. Tudo o que é majestoso e nobre. Tudo o que é bom e generoso.Tudo o que é elevado e digno. Todas as atitudes e comportamentos extraordinários das pessoas… E demonstrar exteriormente o nosso bom gosto e a nossa harmonia interior vivendo o nosso equilíbrio e até a nossa tendência à perfeição nas relações com as pessoas.

    A verdadeira Beleza, que tem o seu equivalente interior é um “milagre” assombroso que exerce um fascínio nas pessoas pela harmonia que proporciona aos relacionamentos humanos.

    Existem resultados de trabalhos apresentados por profissionais do comportamento humano com pessoas de fisionomia fechada de aparência desagradável que se tornaram lindas e abertas depois de viverem, com as artes, experiências religiosas definitivas. Essas pessoas “re-ligaram-se” ao Belo, ao Bem, à Verdade e aos diversos sentimentos e emoções sublimes que Ele suscita. Seus depoimentos emocionaram ao relatarem admirados que só agora conseguem “ver sua beleza no espelho”.

    A feiúra é a expressão, a manifestação exterior do nosso estado de separação e de desarmonia com a Beleza Divina, com o Bem e com a Verdade. É por isso que as belezas “fabricadas” são passageiras. São apenas aparentes de fora para dentro, como fantasmas sem existência real que desaparecem assim que a ilusão se desfaz.

    Experimente praticar diariamente, pelo menos durante 1 hora, qualquer atividade artística e comprove os seus benefícios terapêuticos.

    Fonte: http://www.mh.etc.br





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